• Categoria: romântico
  • Eu, você e o tempo.

    12 janeiro 2015


    Se quiser pode apertar minha mão, segura ela e vem! Só precisamos ter coragem de nos aventurar em um mundo alheio, com essa força de vontade podemos alcançar  qualquer sonho. É só respirar fundo e ter coragem de enfrentar os medos, inseguranças, alegrias, conforto, aconchego, ciúmes, brigas e reconciliações. 

    Eu gostaria mesmo que as coisas dependessem do tempo, se fosse assim eu daria um jeito de ajustar a hora para o dia exato em que tudo isso começou, só para poder  fazer tudo de novo, quem sabe assim teríamos um enredo diferente. Qual será a hora certa? O tempo certo? Daqui a dois ou cinco anos? Será mesmo que vai ser igual? No mês que vem talvez? Em qual número a gente liga para reclamar se não der certo? Ainda não sei, mas acredito que não teremos ninguém para culpar caso tudo acabe, a não sermos nós mesmos. Não o obrigo, mas se decidir vir venha por completo, inteiro, com sonhos, conquistas, lembranças, qualidades e imperfeições. Nada disso será submerso se tiver muito respeito e amor envolvido. Seria muito injusto eu pedir pra que você fique? Mas não entenda como se eu quisesse que você desistisse dos teus sonhos. Não é isso, mas será que eu ainda vou ter algum espaço depois deles?

    E será que depois que eu terminar a faculdade e publicar um livro ainda vou te ter em mim? Preciso pedir desculpas por tantas perguntas, mas é assim que estou, com um ponto de interrogação enorme no peito. É nessa hora que bate aquela insegurança de termos tomado a decisão errada. Enquanto pago algumas contas e coloco a bagunça no lugar (não estou falando da bagunça do meu quarto), espero que o tempo te ajude a colocar as coisas no lugar também. Mas enquanto isso, não quero ter que recolher os cacos que sobrou de nós.         

    Você não está mais na minha vida, no entanto não posso negar que de vez em quando as lembranças me levam até você no intervalo de algum filme. Lembrar das vezes que nossas mãos se entrelaçavam e não havia necessidade de falar mais nada porque nossos olhares já faziam esse papel, me leva pensar que poderia ter sido diferente, poderia ter começado diferente.
    E se Deus te colocar de vez na mesma rua que eu não pense duas vezes, toque a campainha e me deixei um oi, assim vamos ter a chance de fazer tudo de novo sem nenhuma vértices do passado.


    May Mariano 

    E se essa é nossa história, então vamos fazer direito?

    02 janeiro 2015


                                                             Masie

    Hoje eu acordei como qualquer outra quarta-feira chata, em que eu passaria o dia deitada assistindo séries americanas, porém não foi assim. Acordei com vontade de gritar pra você tudo o que ficou submergido, tudo o que eu decidi calar naquela noite, decisão infeliz a minha.  Senti meu celular vibrar em baixo do travesseiro, logo avistei o bloco de notas. Então comecei:

     "Talvez você nunca veja isso, talvez eu nunca consiga te dizer o quanto eu queria ter lutado por nós naquela noite tão fria. Você foi um sonho que só eu poderia realizar, um sonho que eu jamais deveria ter desistido, logo percebo que tudo o que eu conquistei foi destruído pelas as minhas próprias mãos.
    Vai parecer clichê, mas eu pararia o tempo para fazer tudo certo e depois aceleraria pro futuro pra ter certeza que você estaria lá. Mesmo eu dizendo que não vou mais te ligar, que tudo acabou, que já era... É confuso, difícil de compreender o que acontece, porque só cresce todos os dias o que sinto aqui no peito.
    Eu sei que ainda tenho um pouco de você em mim e me pergunto todos os dias o porquê de ter finalizado a nossa história sem lutar.   
    Uma pena não poder lutar agora, é uma pena não ter coragem de correr em outra direção. Até porque você já decidiu por nós, decidiu deixar pra lá e eu já não posso mais insistir".
    Com carinho, Masie <3

                                                                 
                                                                Jhony

    E foi assim que o dia começou, de frente pro computador com o word aberto. Achei que te devia algumas respostas então foi ai que comecei a ensaiar o que dizer, escrevendo é claro, não queria dizer nada que me complicasse e que nos complicasse.
    "Eu disse que coloquei um fim em tudo, que não havia mais nenhum sentimento envolvido. A verdade é que eu nunca desisti de você e nem de nós. Ainda não desisti das nossas tardes de chuva, filme e pipoca no seu quarto. Por mais que eu diga "tudo bem", a saudade ainda me lembra o teu cheiro.
    E se eu ando tão mal humorado, retrucando e atacando você a cada palavra dita, lembra que isso é só uma forma de defesa. Tenho certeza que me conhece muito bem a ponto de reparar isso.
    Você era do tipo que sempre dava um jeito de nos tirar da monotonia, todos os dias tinha uma novidade, um projeto, um sonho e muitos novos apelidos carinhosos pra nós. E preciso confessar, ainda não estou preparado pra voltar a minha vida monótona, em um apartamento vazio, um gato como mascote e muitas contas a serem pagas.  
    A maioria das pessoas fazem como eu, após o término.

    "Se eu estou bem? Claro, ninguém morre de amor", "superei", "tudo ótimo", "já esqueci"... Ou seja, as pessoas mentem para os amigos e para si mesmas. Mas hoje eu cansei, percebi que na real eu estava me martirizando com todos esses diálogos pré-escritos. Meu medo é que esteja cedo pra fazer tudo errado de novo, te magoar. Assumo. E todos esses medos só me levam até você.
    Talvez esse e-mail nunca chegue à sua caixa de entrada, mas ser sincero me fez muito bem.
    Felicidades, com quem quer que seja".
    Com carinho Jhony

                                                                    ***

    História confusa essa, não é? Tantas juras de amor, tantos apelidos carinhosos, tantos abraços confortáveis e tanta magoa envolvida. Isso é possível? Infelizmente. Talvez se os dois tivessem coragem de falar isso um pro outro. Se fossem tão corajosos a ponto de ultrapassar qualquer dificuldade. A ponto de esquecerem qualquer tempo perdido. E se pararem de colocar outra pessoa no lugar um do outro, as coisas poderiam ser diferentes e até dar certo.  "Se essa é sua história então faz direito", para que não passe o futuro pensando que poderia ser diferente se tivesse pegado outro caminho.

    May Mariano

    Entrando no Assunto: Como começar um relacionamento?

    03 dezembro 2014


    A primeira coisa que eu tenho a dizer é: vai com CALMA, talvez essa pessoa que você acha que vai casar, ter filhos, envelhecer junto, seja o cara mais otário do mundo inteiro.       
    Não diga que o ama na primeira oportunidade, até porque se você fala isso antes de começar o namoro, com certeza está mentindo, é impossível você amar alguém sem ter convivido com pelo menos com 1 atitude que não a agrada. Cada relacionamento tem seu tempo, eu não posso vir aqui e te passar uma receita, na real você só vai saber o que dar certo na prática.            
    Ao contrario do que as pessoas pensam sobre “ir com calma” acredito que não há problema em ser sincera com relação a o que você está sentindo, no entanto tente não assustar o rapaz. Não estou dizendo que você deve ser um poço de frieza, jamais, até porque isso pode acarretar uma serie de conflitos já de inicio. Quando você vai com calma demais, a pessoa pode pensar que o que ela sente não é recíproco, e acabar gerando uma insegurança enorme. Então a minha dica é: vai com CALMA, porém deixe vestígios de que você está disponível, foi como escutei essa semana em uma ministração “aprenda a se vender”.  Ninguém vai bater na porta do seu quarto dizendo: “Oi, eu sou o homem da sua vida, quer casar comigo?”, mas enfim esse é assunto pra outro texto. (risos)    
    Segunda coisa, pare de ver coisas aonde só existem no seu submundo autofágico, nenhum homem gosta de ser cobrado principalmente quando vocês nem assumiram nada! Faça o mínimo de cobranças possíveis, até porque vocês ainda não são casados.  


    May Mariano

    Ele e o Planalto Central

    05 setembro 2014


    O ano era 2010, eu ainda estava no ensino médio e ele na rodoviária com seu violão, um chapéu e algumas moedas que mal dava pra pagar a passagem de volta pra casa. Ele costumava usar uma camisa xadrez que parecia não gosta muito das minhas meias calças, seus botões sempre davam um jeito de rasgá-las. 

    Eu me lembro de todos os seus personagens, foi palhaço, foi herói, panda e até carteiro, eu sabia exatamente quais eram os seus trejeitos, mesmo criando um personagem novo a cada sexta-feira. Escrever era  tão natural, canções que nem ele sabia que no fim seriam todas pra mim. Eram tantas que acabei criando uma "plalist" no celular só com músicas dele, ou melhor minhas. Mas é claro que um dia quando ele for cantor internacional vou querer uma parte nisso tudo, afinal esse CD só vai ser sobre mim. Eu realmente espero que ele não esteja lendo isso, vai que some de vez com a minha parte da grana né?           

    Os nossos melhores “roles” eram os shows, se ia muita gente? Claro, os amigos dele nunca perderiam a oportunidade de soltar aquelas velhas piadas. Eram tantas as pérolas que ele soltava no palco que tinha “zuação” pro ano inteiro.
                          
    Tivemos algumas idas e vindas durante todo esse tempo, mas conseguimos acompanhar todas as fases um do outro. Costumávamos dizer que com a gente não tinha tempo ruim, até naqueles dias que ele precisava salvar o mundo, eu o perdoava pelo o atraso de quase 2 horas.       

    Aquela velha Brasília foi palco de muitos dos nossos romances, tudo ficava mais bonito com a gente por perto, a torre de tevê, a fonte, a catedral, as cadeiras do cinema, as árvores e até aquele paninho xadrez que eu sempre levava para os nossos encontros no parque.
    E mesmo depois de tanto tempo continuamos sendo o lado bom um do outro.
    Embora a gente esteja em uma daquelas fases difíceis, eu sei que ainda sou o sol que nasceu no coração do mundo dele e espero ficar lá por um bom tempo.
                                             

                                                                                                    May Mariano

    Como usar meu oxford?

    29 julho 2013

    Olá, garotas! 

    Hoje vou dar algumas dicas de como usar sapatos "Oxfords", por incrível que pareça eles ainda estão sendo usados. A tendencia foi lançada no Brasil no verão de 2011, mas nesse inverno de 2013 continua, com estampas mais fechadas!

    Os Oxfords surgiram por volta da década de 40, em uma Universidade na Inglaterra chamada Oxford (daí já tiramos o porquê do nome), até então só homens usavam, quando ficou conhecido passou a ser usado também por mulheres. Hoje vemos diversos tipo, com e sem salto, estampas claras, floridas, escuras, de camurça entre outros.


                                                                                                                                         

                                      


                                     
                                 


                                       
                               

                                         

                                                                               


    Um grande beijo, May ♥
      

    Com tecnologia do Blogger.
    © Entrando no assunto - 2017 | Todos os direitos reservados.
    Base de: Laís Portal | Personalizado por: Renata Massa | Tecnologia do Blogger.
    imagem-logo