• Categoria: garotos
  • E se essa é nossa história, então vamos fazer direito?

    02 janeiro 2015


                                                             Masie

    Hoje eu acordei como qualquer outra quarta-feira chata, em que eu passaria o dia deitada assistindo séries americanas, porém não foi assim. Acordei com vontade de gritar pra você tudo o que ficou submergido, tudo o que eu decidi calar naquela noite, decisão infeliz a minha.  Senti meu celular vibrar em baixo do travesseiro, logo avistei o bloco de notas. Então comecei:

     "Talvez você nunca veja isso, talvez eu nunca consiga te dizer o quanto eu queria ter lutado por nós naquela noite tão fria. Você foi um sonho que só eu poderia realizar, um sonho que eu jamais deveria ter desistido, logo percebo que tudo o que eu conquistei foi destruído pelas as minhas próprias mãos.
    Vai parecer clichê, mas eu pararia o tempo para fazer tudo certo e depois aceleraria pro futuro pra ter certeza que você estaria lá. Mesmo eu dizendo que não vou mais te ligar, que tudo acabou, que já era... É confuso, difícil de compreender o que acontece, porque só cresce todos os dias o que sinto aqui no peito.
    Eu sei que ainda tenho um pouco de você em mim e me pergunto todos os dias o porquê de ter finalizado a nossa história sem lutar.   
    Uma pena não poder lutar agora, é uma pena não ter coragem de correr em outra direção. Até porque você já decidiu por nós, decidiu deixar pra lá e eu já não posso mais insistir".
    Com carinho, Masie <3

                                                                 
                                                                Jhony

    E foi assim que o dia começou, de frente pro computador com o word aberto. Achei que te devia algumas respostas então foi ai que comecei a ensaiar o que dizer, escrevendo é claro, não queria dizer nada que me complicasse e que nos complicasse.
    "Eu disse que coloquei um fim em tudo, que não havia mais nenhum sentimento envolvido. A verdade é que eu nunca desisti de você e nem de nós. Ainda não desisti das nossas tardes de chuva, filme e pipoca no seu quarto. Por mais que eu diga "tudo bem", a saudade ainda me lembra o teu cheiro.
    E se eu ando tão mal humorado, retrucando e atacando você a cada palavra dita, lembra que isso é só uma forma de defesa. Tenho certeza que me conhece muito bem a ponto de reparar isso.
    Você era do tipo que sempre dava um jeito de nos tirar da monotonia, todos os dias tinha uma novidade, um projeto, um sonho e muitos novos apelidos carinhosos pra nós. E preciso confessar, ainda não estou preparado pra voltar a minha vida monótona, em um apartamento vazio, um gato como mascote e muitas contas a serem pagas.  
    A maioria das pessoas fazem como eu, após o término.

    "Se eu estou bem? Claro, ninguém morre de amor", "superei", "tudo ótimo", "já esqueci"... Ou seja, as pessoas mentem para os amigos e para si mesmas. Mas hoje eu cansei, percebi que na real eu estava me martirizando com todos esses diálogos pré-escritos. Meu medo é que esteja cedo pra fazer tudo errado de novo, te magoar. Assumo. E todos esses medos só me levam até você.
    Talvez esse e-mail nunca chegue à sua caixa de entrada, mas ser sincero me fez muito bem.
    Felicidades, com quem quer que seja".
    Com carinho Jhony

                                                                    ***

    História confusa essa, não é? Tantas juras de amor, tantos apelidos carinhosos, tantos abraços confortáveis e tanta magoa envolvida. Isso é possível? Infelizmente. Talvez se os dois tivessem coragem de falar isso um pro outro. Se fossem tão corajosos a ponto de ultrapassar qualquer dificuldade. A ponto de esquecerem qualquer tempo perdido. E se pararem de colocar outra pessoa no lugar um do outro, as coisas poderiam ser diferentes e até dar certo.  "Se essa é sua história então faz direito", para que não passe o futuro pensando que poderia ser diferente se tivesse pegado outro caminho.

    May Mariano

    Ele e o Planalto Central

    05 setembro 2014


    O ano era 2010, eu ainda estava no ensino médio e ele na rodoviária com seu violão, um chapéu e algumas moedas que mal dava pra pagar a passagem de volta pra casa. Ele costumava usar uma camisa xadrez que parecia não gosta muito das minhas meias calças, seus botões sempre davam um jeito de rasgá-las. 

    Eu me lembro de todos os seus personagens, foi palhaço, foi herói, panda e até carteiro, eu sabia exatamente quais eram os seus trejeitos, mesmo criando um personagem novo a cada sexta-feira. Escrever era  tão natural, canções que nem ele sabia que no fim seriam todas pra mim. Eram tantas que acabei criando uma "plalist" no celular só com músicas dele, ou melhor minhas. Mas é claro que um dia quando ele for cantor internacional vou querer uma parte nisso tudo, afinal esse CD só vai ser sobre mim. Eu realmente espero que ele não esteja lendo isso, vai que some de vez com a minha parte da grana né?           

    Os nossos melhores “roles” eram os shows, se ia muita gente? Claro, os amigos dele nunca perderiam a oportunidade de soltar aquelas velhas piadas. Eram tantas as pérolas que ele soltava no palco que tinha “zuação” pro ano inteiro.
                          
    Tivemos algumas idas e vindas durante todo esse tempo, mas conseguimos acompanhar todas as fases um do outro. Costumávamos dizer que com a gente não tinha tempo ruim, até naqueles dias que ele precisava salvar o mundo, eu o perdoava pelo o atraso de quase 2 horas.       

    Aquela velha Brasília foi palco de muitos dos nossos romances, tudo ficava mais bonito com a gente por perto, a torre de tevê, a fonte, a catedral, as cadeiras do cinema, as árvores e até aquele paninho xadrez que eu sempre levava para os nossos encontros no parque.
    E mesmo depois de tanto tempo continuamos sendo o lado bom um do outro.
    Embora a gente esteja em uma daquelas fases difíceis, eu sei que ainda sou o sol que nasceu no coração do mundo dele e espero ficar lá por um bom tempo.
                                             

                                                                                                    May Mariano

    Entrando no Assunto: Meus pais não aceitam meu namoro. O que fazer?

    03 setembro 2014

    Você está super apaixonada, e a relação de vocês está indo bem, porém seus pais não permitem nem que você o leve em casa e sabe que se continuar assim o resultado vai ser o fim do namoro. Embora não seja o que você quer se sente mal por está “desacatando” a autoridade dos seus pais. Não se desespere, agora é a hora de ter calma!

    Essa semana recebei um e-mail da Rai me contando sua história, achei que muita gente poderia está passando por isso também, então resolvi escrever.



    “Namoramos a 6 meses porém nossos pais não aceitam nosso relacionamento. Já terminamos algumas vezes por causa desse motivo e isso é meio que uma “empatação” no nosso relacionamento. Após um tempo decidimos que nada disso afetaria nossos sentimentos.

    O problema maior é da parte dos meus pais porque acontece aquela certa implicância de não gostarem dele e acabam achando que meu relacionamento vai atrapalhar minha vida escolar. Os dele não se importam muito e às vezes fingem não ver. Mas na realidade, é sempre assim. Pais de meninos não se importam tanto com essas coisas (não se esquecendo do fato do medo do garoto engravidar a namorada). Bom, por experiência própria posso afirmar que é difícil conviver em uma relação sem a aceitação dos pais. Mesmo não sendo possível conquistar a tal aceitação deles, nos amamos bastante e meio que ignoramos esse problema. Minha vida com ele é como um conto de fadas me sinto encantada!” (Raissa Fernandes, 16 anos)

    A nossa família é para vida toda, nunca teremos um ex pai ou uma ex mãe, cultivar um bom relacionamento com eles é bastante importante, então a primeira coisa que se pode fazer é ter uma conversa franca sobre a situação, antes da conversa se acalme, não exalte seus ânimos, tenha tranqüilidade, só assim poderão resolver tudo. Fale a eles que entende e respeita a preocupação deles, mas que precisa da confiança e respeito deles também.. Você precisa saber o porquê de tanta implicância dos seus pais, devem ter um motivo para isso. Podem ter ouvido comentários maldosos ou negativos sobre o garoto sem ao menos saber se é verdade, se realmente não for verdade seja sincera com seus pais e proponha a eles uma conversa com seu namorado também, para que tudo fique claro e se for necessário com os pais dele também.

    Por mais que esteja crescendo, não diga aos seus pais aquela velha frase “não sou mais criança”, eles sabem disso melhor que você (mesmo que não pareça), até porque você pode ter 30 anos e para eles vai continuar sendo um bebê. Logo perceberão isso com a confiança que irá passar, se você quer namorar é por que já não é mais criança, então não seja uma. Não grite e nem se estresse independente das atitudes de seus pais. Lembre-se que eles nasceram em outro tempo e talvez estejam apenas sendo como os pais deles foram com eles. Entenda seus pais, eles sempre vão parecer chatos e velhos para nós, eu realmente espero que minha mãe não esteja lendo isso, o que eu acho muito difícil, porque esses dias ela está mais online do que eu. rs
    J

    Um fato, não namore as escondidas,  para tudo isso dar certo é importante passar confiança a eles, sabe como são os pais né? Um vacilo e você já fica de castigo o fim de semana inteiro. Para que tudo se resolva rápido é melhor que faça tudo certo. Com relação as suas notas escolares nunca deixe que elas abaixem, isso é um ponto negativo, portanto se esforce e peça ao seu namorado que se esforce também.

    Talvez mesmo depois de toda essa conversa seus pais não aceitem, mas não se desespere, não fale nada. Porém, quando for sair com seu amor diga a eles onde vai, com quem vai e a hora que vai chegar. Tente chegar sempre na hora que combinou com eles, ligue avisando e deixe-os sempre informados de onde está, por mais que seja chato ficar fazendo isso, lembre-se que é um ponto a mais para a confiança deles em você.
    Tenho certeza que com o tempo vão acabar percebendo que te privar de uma vida, não é o melhor a se fazer e logo isso irá mudar.

    Espero ter ajudado não só a Rai, como você também!
    Beijão, May 




    Inspiração: Moda Hipster

    01 setembro 2014


    A palavra Hipster surgiu na década de 40, quando as pessoas apostavam muito no jazz,
     é uma palavra inglesa usada para descrever um grupo de pessoas com estilo próprioinventando uma pegada mais alternativa. No início de 2000 o estilo hipster teve grande repercussão no meio de jovens entre 15 e 25 anos, geralmente de classe média, que combina peças de roupa de estilo moderno e vintage, compondo um look original.

    Segue algumas inspirações,  




    Apesar desse grupo defender sempre a sua originalidade, percebo algumas características muito fortes com relação as roupas. São comuns as calças do tipo skinny ou legging, camisas xadrez, camisetas de banda, coletes e outras peças, que podem ter procedência de lojas atuais ou antigas, por isso podemos achar muitas dessas roupas em brechós. 

    Não é uma obrigação o visual hipster ser feio e grosseiro, pelo contrario, eu particularmente gosto muito dessa mistura de estampas, acredito ser uma das características mais forte nessa "tendência". Provavelmente você já viu alguém no shopping, com uma roupa que na primeira impressão até se assustou, mas depois acabou percebendo que naquela pessoa até que ficou legal.



      Acho que é isso galerinha, espero ter ajudado um pouquinho.

                                                                                                                                          May Mariano 

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